Lula, Flávio Bolsonaro e Zema já votaram; Cury vota em São Paulo e Caiado em Goiás
Candidatos devem votar pela manhã

Os candidatos à Presidência da República devem votar logo na manhã deste domingo, 4 de outubro, e acompanham a apuração dos votos ao longo do dia em seus estados. Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema já votaram. Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD) ainda não compareceram às urnas.
O candidato Flávio Bolsonaro (PL) foi o primeiro entre os presidenciáveis a votar neste domingo, 4. Ele chegou às 8h, logo após a abertura dos portões ao lado da esposa, Fernanda Bolsonaro.
Em seguida, o candidato Romeu Zema (Novo) votou em Araxá, no interior de Minas Gerais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o próximo a votar. Ele chegou acompanhado da primeira-dama, Janja da Silva, e do candidato a vice-presidente em sua chapa, Geraldo Alckmin (PSB), em São Bernardo do Campo (SP).
Augusto Cury (Avante) ainda não votou. Ele deve ir às urnas em sua cidade natal, Colina, no interior do estado de São Paulo.
O candidato Ronaldo Caiado (PSD) também ainda não chegou à sessão eleitoral dele, em Nova Crixás, no interior de Goiás.
Luiz Inácio Lula da Silva

O candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) votou na manhã deste domingo, 4, na escola estadual João Firmino, no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.
O presidente estava acompanhado do vice Geraldo Alckmin, das candidatas Marina Silva e Simone Tebet e de Fernando Haddad.
Se vencer as eleições deste ano, Lula exercerá o quarto mandato no Palácio do Planalto e chegará a 16 anos como presidente. Ficará atrás somente de Getúlio Vargas, que governou o Brasil por pouco mais de 18 anos, mas que só foi eleito presidente pelo voto direto uma vez.
“Hoje é um dia glorioso para o país. Uma página virada. Estou confiante na vitória e certo de que temos participação em nível nacional. Estou certo de que podemos ganhar as eleições”, afirmou.
Na sequência, o presidente criticou a venda de armas e a atuação de milicianos. “O Brasil não vai para a frente com venda de armas, mas com distribuição de livros. Não vai para a frente com milicianos, com orgia em torno do Banco Master, vai com o caráter dos seus governantes”.
Flávio Bolsonaro

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) votou na manhã deste domingo, 4, no Rio de Janeiro. Ele chegou às 8h, logo depois da abertura dos portões da Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na Zona Norte.
O candidato disse estar preparado para presidir o país e afirmou que pretende devolver às famílias brasileiras, segundo ele, o direito de voltar a sonhar.
“É um dia muito importante, onde eu espero que o brasileiro ponha fim a essa era do atraso que apostou tudo, que vale tudo. Que perdeu a linha de usar dinheiro público, a máquina pública, para tentar interferir nas eleições. Os amigos do Lula interferiram nas eleições e isso tem que mudar. O Brasil não aguenta mais quatro anos disso”, disse o candidato ao deixar a zona eleitoral.
Segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto, Flávio Bolsonaro é o representante do bolsonarismo na disputa presidencial de 2026.
Aos 45 anos, o senador pelo Rio de Janeiro é o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e foi escolhido como candidato do partido no fim de 2025, após disputas internas.
Romeu Zema

O candidato à presidência Romeu Zema (Novo) votou na manhã deste domingo, 4, na Escola Estadual Delfim Moreira, no Centro de Araxá.
Ele chegou ao local por volta das 9h e foi acompanhado por apoiadores. Em um vídeo registrado do candidato na cabine de votação, é possível vê-lo olhando para o celular enquanto vota.
Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), violar o sigilo do voto é crime previsto no Código Eleitoral. Porém, para haver punição, é necessária uma denúncia formal feita pelo Ministério Público.
Em entrevista à imprensa, Zema disse que não foi impedido de utilizar o aparelho na seção.
“Eu ando com o celular o dia todo, né? Ele é quase como se fosse um dedo. Ninguém me lembrou ali e eu fui votar normalmente, mas isso não afetou em nada o meu voto, a minha forma de votar. Não fotografei nada, não fiz nada com o celular ali. Fui só votar mesmo. A colinha estava no papel, levei no papel”.
Romeu também afirmou estar confiante na candidatura e disse esperar que eleitores em todos os estados reconheçam sua trajetória como gestor nos setores privado e público.
“Certeza, nós vamos mostrar que temos eleitores em todos os estados do Brasil, em todas as cidades, pessoas que ainda acreditam numa proposta de mudança de alguém que tem histórico de gestão tanto no setor privado quanto no público”, afirmou.
Fonte g1



